24 novembro 2010
23 novembro 2010
Arraial D´juda
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| Boi nos Aires - restaurante argentino, servem um molho chimichurri perfeito! |
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| Beco das Cores, rua fechada por barzinhos, lojas e restaurantes; rola altas festas e shows nesse pequeno espaço, é um point bem bacana. |
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| Ave Maria, um luxo! |
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| Mercado da cria, uma fofa loja infantil |
A chuva não deu trégua. Mas,como a minha intenção em Arraial era mais trabalho, relaxei, e o jeito foi esquecer a praia. Quando dava uma estiadinha, aproveitava para matar a saudade das ruas, pois já fazia um tempão que não aparecia por lá, apesar de morar tão perto e a minha irmã, Meyre, me convidar sempre prá aparecer e olhe que amo tudo por ali: Porto, Arraial, Trancoso, Caraívas; é tudo de bom.
Apesar de vários excelentes restaurantes, gosto muito do Portinha, ambiente rústico e agradável, tem uma comida boa e muitos doces para uma doçólatra como eu.
| Centro Cultural de Arraial |
| Fazendo pose na travessia da balsa para Porto |
06 novembro 2010
+ um vestidinho
28 outubro 2010
Arte que cura
Enquanto não rola a grana para reforma do ateliê, vou customizando as paredes. Arrumando coisas antigas e novas, pois há muitos anos conservo a mania de guardar tecidos, retalhos, roupas usadas, aviamentos, artigos artesanais, catálogos de moda, revistas, etc. Inconscientemente? ou guiada pelo prazer que estas coisas despertam em mim, não sei bem. Os dias me atropelavam e não fazia nada com elas, achava que uma hora qualquer as usaria. O tempo foi passando,mas, a verdade é que a minha alma de costureira e o espírito de artesã esteve sempre aqui, me chamando, aliás, clamando para que eu desse atenção a eles. Porém, outras atividades que jamais me realizaram e o stress do corre corre, não deixavam, suprimiam o meu tempo e o dom criativo. Durante um período em que fazia terapia, ouvi da minha terapeuta: "A sua cura está na sua arte, enquanto você não por prá fora tudo isso que está aí, você não irá se encontrar, se realizar, ser feliz". Mas, que arte? se eu não sou artista! Não sou atriz, pintora, cantora, escultora,etc.
Mais à frente tive a feliz oportunidade de conhecer o Eneagrama e participei de uma vivência, onde pude entrar em contato com tudo isso que sentia e não sabia direito o que era. Foi o despertar, reconheci-me no eneatipo 4, entre o triste e assustador confronto com o ego e a essência 4, fui tomando aos poucos uma nova consciência!!!???? e hoje busco uma real, concreta e definitiva direção. Dono de grande sensibilidade artística, o que veio ao mundo para transformar o lixo no luxo, e quase todas as pessoas com este estilo necessitam encontrar saídas criativas. Ou que será este turbilhão de idéias e esta febre que me consome? Ai! estou muito ansiosa, nem dou conta, são muuuuuitos tecidos, retalhos, pedrarias, linhas, botões, fitas e enfeites; A cada saída por aí, garimpo umas coisinhas que ficam a me olhar, pedindo para eu levá-las. Feliz da vida com meus novos tecidinhos e badulaques, pareço uma criança ao ganhar um novo brinquedo, pois há sempre algo útil ou que pode ser reutilizado, reciclado, transformado, customizado.
"A Felicidade não é uma estação de chegada e sim um meio de transporte!
"Para aprender a ganhar, é preciso aprender a perder;
Para aprender a viver, é preciso aprender a morrer;
Para aprender a sentir prazer, é preciso aprender a sentir dor;
Para aprender a saber, é preciso aprender a não saber.
Nossa força vem da consciência da nossa fraqueza,
Nossa coragem vem da consciência do nosso medo,
Nossa capacidade de encarar as coisas vem da consciência da nossa fuga,
a nossa alegria, vem da consciência da nossa tristeza
e a nossa esperança vem da consciência da nossa desesperança".
A dificuldade está em abrirmos mão das idealizações e admitirmos que ainda não somos “quem gostaríamos de ser”.
Para aprender a viver, é preciso aprender a morrer;
Para aprender a sentir prazer, é preciso aprender a sentir dor;
Para aprender a saber, é preciso aprender a não saber.
Nossa força vem da consciência da nossa fraqueza,
Nossa coragem vem da consciência do nosso medo,
Nossa capacidade de encarar as coisas vem da consciência da nossa fuga,
a nossa alegria, vem da consciência da nossa tristeza
e a nossa esperança vem da consciência da nossa desesperança".
A dificuldade está em abrirmos mão das idealizações e admitirmos que ainda não somos “quem gostaríamos de ser”.
20 outubro 2010
Definitivo - Drumond
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional….
O sofrimento é opcional….
Carlos Drummond de Andrade
Costurando...
Enquanto não profissionalizo minhas habilidades e talento, vou tentando, arranhando nas costurinhas, treinando e me divertindo prazerosamente com esta realizadora terapia.
04 outubro 2010
Uma bolsinha aqui e acolá...
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| Bolsa Clara, uma pré adolescente descolada |
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| O charme ficou por conta dos lacinhos de fita xadrez arrematando os botões |
| Sacolão em jeans |
| Aplicação de chita e bordado à mão |
| Boton brasil |
| Forro em chita |
| Bolsa estruturada duas estampas de zebra |
| Detalhe broche |
| E este botãozinho estampa zebra, um achado |
| Forro em tecido especial acetinado |
Bolsa em algodão com manta acrílica, ficou uma bonequinha - R$50,00 |
Detalhe bolso interno com fitinha de seda bordada à mão Bolsa Raíza - em fustãozinho rosa bebê, romântica e delicada VENDIDA Detalhe bolso interno e broches em flores estilizadas Bolsa Tina,em estilo indiano com estampa bordada à mão VENDIDA Broche flor e forro em cetim fosco. R$40,00 DISPONÍVEL Bolsa Rosana, inspiração 70´s, aplicação de galões,passamanaria,fitas de veludo,cetim e bordados à mão - VENDIDA Sou romântica por natureza, e adooooro quando as têndências de moda apontam para o tema,como podem ver, muitos corações! hehehehehe |
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